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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Benedito Vasconcelos - professor


BENEDITO VASCONCELOS MENDES  é filho de Francisco Milton Mendes e Maria José Vasconcelos. Nasceu em Sobral-CE no dia 31 de agosto de 1945,  mas passou toda a sua vida profissional em Mossoró-RN. Cursou o antigo primário e ginasial em Sobral, no Colégio Sobralense(Colégio da Diocese).  Pai de quatro filhos: Francisco Milton Mendes Neto, Tely Andrade, Liana Andrade Mendes e Camila Andrade Mendes, atualmente é casado com a advogada e pedagoga  Susana Goretti Lima Leite.

Graduou-se em Engenharia Agrônoma pela Universidade Federal do Ceará, cursou o Mestrado na Universidade Federal de Viçosa-MG e o Doutorado na Universidade de São Paulo (USP). Foi professor titular e diretor da antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM), hoje Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Foi um dos fundadores do Curso de Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), onde atualmente desempenha a função de professor.

Ex-Presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), ex-Chefe Geral da EMBRAPA MEIO NORTE, em Teresina-PI, ex-Presidente da Fundação de Pesquisa Guimarães Duque e ex-Superintendente Federal de Agricultura no Estado do Rio Grande do Norte.

No começo da década de 1980, quando ocupou o cargo de presidente da EMPARN, inovou a pesquisa agropecuária nordestina, com diferentes temas,  quando  introduziu,  para pesquisa  de adaptação, plantas e animais de desertos, entre eles o elande, o órix chifre-de-cimitarra e o ovino caracul, e iniciou, no Brasil, a  criação de animais nativos (emas), com finalidades social, econômica e ecológica. Na então ESAM, criou o CEMAS (Centro de Multiplicação de Animais Silvestres), onde foram iniciados trabalhos de domesticação de ema, caititu, tejo, preá, mocó, cutia e capivara.

Publicou vários livros sobre o desenvolvimento regional, entre eles: Alternativas tecnológicas para a agropecuária do Semi-Árido (Ed. Nobel, São Paulo), Plantas e animais para o Nordeste (Ed. Globo, Rio de Janeiro) e Biodiversidade e desenvolvimento sustentável do Semi-Árido (editado pela SEMACE, Fortaleza-CE), Reflexões sobre o Nordeste (Coleção Mossoroense), Temas Atuais para o Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Norte (Ministério da Agricultura - Natal), O Semiárido na Visão de Três Grandes Homens (Coleção Mossoroense), Grandes Idéias para o Desenvolvimento do Semiárido (Edições Livro Técnico - Fortaleza), Culinária Sertaneja (Ed. Sarau das Letras) e Arte e Cultura do Sertão (DNOCS/BNB – Fortaleza). 

Como pesquisador do CEMAD/UERN, idealizou a Técnica do Inóculo, para recuperação de áreas degradadas em regiões semi-áridas. Esta técnica já começou a ser usada para recuperação de vários núcleos de desertificação. 

Foi Superintendente do CEMAD (Centro de Estudos e Pesquisas do Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional do Semi-Árido) por duas gestões,  oportunidade em que organizou o Primeiro, o Segundo e o Terceiro Simpósio Brasileiro sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Semi-Árido. 

Foi presidente da Sociedade Brasileira de Fitopatologia, Presidente da Sociedade Brasileira de Nematologia e Vice Presidente da Sociedade Botânica do Brasil.

É membro da Academia Norte-Riograndense de Letras – ANRL, Academia Cearense de Letras (Sócio Correspondente), Academia Mossoroense de Letras, Academia Cearense de Ciências, Letras e Artes do Rio de Janeiro, Academia Sobralense de Estudos e Letras, Instituto Cultural do Oeste Potiguar, Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico) e Instituto Histórico e Geográfico Paraibano.

Idealizou, criou e mantém financeiramente o Museu do Sertão, museu temático sobre o homem e as coisas do sertão semiárido do nordeste brasileiro. Seu acervo começou a ser formado na década de 1970, época da chegada de Benedito Vasconcelos na cidade de Mossoró. Ele foi aberto ao Público pela primeira vez no dia 31 de agosto de 2003, por ocasião das comemorações do aniversário de 58 anos de vida do professor Benedito.  O Museu do Sertão está localizado na Fazenda Rancho Verde, às margens da estrada da Alagoinha, a quatro quilômetros da cidade de Mossoró-RN

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Tales Augusto Oliveira - professor

Sou Tales Augusto de Oliveira, uma pessoa realizada no que faz e no que escolheu fazer!

Assim como Luiz Gonzaga, também nasci num pé de serra, lá próximo a tromba do elefante, em Patu-RN nos idos de 1978, sou quase um quarentão (ou quarentinha devido a altura? Rs...), sou filho biológico de Maria Salete, meu pai não aparece na documentação, mas fui adotado ainda quando tinha menos de dois anos pelo casal, Sinésio e Vilani, painho e mainha a quem devo e muito, inclusive minha vida!

Sou oriundo de família simples, mas que me deram condições de nunca trabalhar até terminar o ensino médio, este e toda a educação básica e superior realizada em escola pública!

Sou cristão católico, mesmo que tenha admiração por outras religiões e claro, respeito acima de tudo, desde criança participei de movimentos de Igreja, sou apaixonado pela Teologia da Libertação, pensei em ser padre, porém o celibato não iria combinar comigo e provavelmente abandonaria a batina, depois quando trabalhei no Marista em Natal digamos que ajudaram a me reencontrar com minha fé, estava meio afastado!

Sobre política, sempre tive entusiasmo, no seio familiar tinha meu irmão Sinésio Filho sendo historiador e meu tio Sezildo ainda chegou a ser candidato a deputado estadual em 1986. No ensino fundamental e médio participei de grêmios e na UERN (onde fui aluno de História e Direito, além de professor) do DCE. Em 2012 ingressei como professor da SEEC/RN e em 2013 do IFRN como efetivo, o maior sonho profissional realizado graças a Deus, contudo meu primeiro emprego no serviço público foi ASG!

Sou filiado ao PC do B, fui candidato em 2016 a vereador em Mossoró e claro que pretendo sair novamente candidato em Mossoró, ou quem sabe, Apodi? E aí pessoal?

Tive uma vontade doida de escrever um livro e criei o HISTÓRIA DO RN PARA INICIANTES (https://olimpiadadehistoriarn.wordpress.com/materialdeapoio/ - baixe em PDF sem ônus), outro sonho realizado, resta apenas ser pai, mas tudo no tempo de Deus!

Minha infância foi legal, brinquei muito, era danado, vivia levando tendo que levar umas chegadas de dona Vilani (rs), viajei bastante pelo Nordeste, painho era caminhoneiro, a adolescência foi legal, assim como a vida de jovem e adulta, mas se pudesse ter evitado certas coisas teria com certeza, especialmente o excesso no consumo de bebida e ter ouvido mais os outros, hoje sou consciente, inclusive do tanto que devo beber, onde e com quem!

Tenho três cidades que amo, Mossoró, Natal e Apodi (sem claro esquecer de onde nasci, apesar de ter ficado menos de dois anos lá), todas me adotaram e me ajudaram a ser quem sou!

Sobre estudos, eu podia explorar mais meu potencial e irei! Ah, estudei em tanto canto, rs...

Escolas estaduais Manoel Justiniano, IPP (convênio com o estado na época), Raimundo Gurgel, Ambulatório Pereira Lima, Centenário, Abel Coelho, Supletivo, cursinho Geo, ufa, por fim UERN, ah, não tem pós graduação ainda!

Apesar de aluno também de Direito na UERN (fui aprovado três vezes no curso e passei seis anos lá), não conclui, porém nenhum arrependimento, pois faço das palavras de Confúcio, as minhas, “escolha um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar um único dia”!

Não sou correto em tudo infelizmente, mas pretendo melhorar e a máxima que gosto de citar, “que o servidor público sirva ao público e não se sirva dele”.

Abração a todos e se cuidem, meus facebook’s são TALES AUGUSTO DE OLIVEIRA ou TALESAUGUSTO! 

*Informações enviada pelo Professor Tales, docente do IFRN Campus Apodi.

quinta-feira, 9 de março de 2017

William Coelho, professor da UERN


WILLIAM COELHO DE OLIVEIRA é natural da cidade de Natal, filho de Gonçalo Coelho de Oliveira e Maria das Dores Dantas de Oliveira. Cresceu em Natal junto com mais cinco irmãos, passando as férias na casa de tios na cidade de Macaíba, onde aprendeu a plantar e a colher, além de pescar e andar a cavalo, suas paixões.  

Em fevereiro de 1987, colou grau como Licenciado em Filosofia na UFRN, com a pesquisa sobre A Noção de Deus em Spinoza. Então desempregado e com esposa grávida, prestou concurso para Eletricista da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern). Aprovado e diplomado, trabalhou como eletricista na cidade de Tibau.  

Em junho de 1988, foi aprovado no segundo concurso para professor de Filosofia da UERN. Porém, sob contrato de apenas 20h na jovem UERN, cujo salário de professor auxiliar não correspondia à metade do de eletricista, se manteve na Cosern até o ano de 1994.  

Com o projeto de pesquisa sobre a Dimensão Ética da Política em Aristóteles, conquistou a Dedicação Exclusiva (DE) na UERN e então iniciou o Mestrado, na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde defendeu a dissertação sobre as Implicações Éticas do Conceito de Animal Político em Aristóteles. Até o ano de 2005 lecionou Filosofia em todos os cursos do Campus Central da UERN. Foi conselheiro da Revista Expressão (UERN) e da Revista Contexto (FAFIC), da qual também foi cofundador.  

William Coelho já publicou vários artigos em revistas e em eventos de Filosofia, coordenou o projeto de extensão Vídeo-Debate e criou o grupo Amantes de Sophia. Também coordenou duas edições do Curso de Especialização em Filosofia: em Epistemologia, destinado a professores de outros departamentos das diversas faculdades da UERN; e em Ética e Filosofia Política, para professores da rede pública e demais interessados.  
Em 2000, assumiu a chefia do Departamento de Filosofia e ajudou a criar o Curso de Filosofia em Caicó e em Mossoró, em 2001. Em 2003 coordenou o Curso e a Oficina do Pensamento, na Semana Nacional do Livro, do SESC, com a turma de Antropologia Filosófica.  

Em 2005 foi assessor da Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis (PRORHAE). Desde então, assumiu a Supervisão de Estágio III e IV do curso e tem pesquisado sobre As Condições do Ensino de Filosofia em Mossoró, atividade pela qual se vislumbrou comemorar os 10 anos do Curso de Filosofia em Mossoró e sua autoavaliação. 
Atualmente é o vice-diretor da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FAFIC), além de coordenar o Núcleo Docente Estruturante (NDE) de Filosofia e os estágios das licenciaturas em Geografia, História e Sociologia, objetivando promover a interação entre a UERN e a Educação Básica, no cumprimento da função social com a sociedade.  

Telma Gurgel, professora da UERN


TELMA GURGEL DA SILVA  é natural da cidade de  Mossoró/RN, nascida em 25 de maio de 1964, filha do casal Edvaldo Cândido e de Socorro Gurgel. Foi aluna do Colégio Diocesano durante o Ensino Fundamental e cursou o segundo grau no Colégio Marista, em João Pessoa.  

Viveu a infância entre as cidades de Mossoró e Assu, terra de seu pai. A trajetória de Telma Gurgel nos movimentos sociais se iniciou em João Pessoa, nos movimentos populares de bairros no início dos anos 1980, com o boicote às padarias contra o alto preço dos pães naquela época.  

Graduada em Serviço Social pela UERN, à época FURRN, no ano de 1986. Como aluna da UERN e membro do DCE, militou pela estadualização da universidade, que cobrava mensalidade dos estudantes e chegava a impedir alunos inadimplentes de realizarem provas.  
No ano de 1987, foi aprovada no primeiro concurso para professores da UERN.  
Telma Gurgel é mestre em Ciências Sociais pela UFRN, doutora em Sociologia pela UFPB, com estágio doutoral na Universidade de Paris 8, e pós-doutora em Sociologia pela Universidade de Paris 7.

Possui uma trajetória incontestável na defesa da UERN, desde o período de graduanda, quando atuou de forma decisiva no movimento de estadualização da universidade, na condição de dirigente do DCE.  

Há 30 anos como docente, possui um vasto currículo acadêmico de atividades de ensino, pesquisa e extensão. É bolsista de produtividade do CNPQ e coordenadora do Núcleo de Estudos sobre a Mulher Simone de Beauvoir.  

Como cientista, coordena pesquisa nacional e publica em periódicos mundialmente conhecidos, como a Revista do Centro Tricontinental (CETRI), da Bélgica, e na Nouvelles Questions Fèministes, revista francesa fundada por Simone de Beauvoir, além de ser parecerista dos principais periódicos da sua área de atuação.  

Possui significativa experiência em gestão administrativa, tendo sido diretora da Faculdade de Serviço Social (FASSO) por duas gestões consecutivas, chefe do Departamento de Serviço Social e coordenadora do mestrado em Serviço Social e Direitos Sociais, do qual foi protagonista no processo de criação. Atuou também como coordenadora do Conselho Regional de Serviço Social, da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social e do Grupo de Estudos Feministas.  

São 34 anos de dedicação com lealdade e afinco aos interesses de uma universidade pública, democrática e de qualidade, o que se expressa como um compromisso de vida. Além do currículo no interior da UERN, foi fundadora e coordenou o Centro Feminista 8 de Março e atuou como vereadora da Câmara Municipal de Mossoró no periodo de 1993 a  1996, na época filiada ao Partido dos Trabalhadores(PT). 

Telma Gurgel conta com notável capilaridade social na sociedade potiguar por ter em sua trajetória um legado de compromisso com a educação, saúde e cultura no estado do Rio Grande do Norte.  A professora Telma foi candidata a Reitora da UERN no dia 22 de março de 2017, obtendo  2.852 votos, ou seja 37,3% dos votos válidos. Atualmente é filiada ao Partido Socialismo e Liberdade(PSOL). 

Currículo completo: http://lattes.cnpq.br/7956449229838183

domingo, 5 de março de 2017

Pedro Fernandes, Reitor da UERN


Natural de Mossoró, Pedro Fernandes Ribeiro Neto é o mais novo dos três filhos do casal Paulo Medeiros Fernandes e Maria Ester Cantídio Fernandes. Casado,com quatro filhos, Pedro Fernandes é graduado em Ciência da Computação pela Universidade Estadual do Ceará (1997), mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal da Paraíba (2001) e Doutor em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Campina Grande (2006). 

Desde 1998, atua como professor na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern). Foi idealizador do curso de Ciência da Computação nesta instituição. Inclusive, a primeira turma do curso de computação chama-se Pedro Fernandes Ribeiro Neto, em sua homenagem. Anos mais tarde, idealizou o curso de mestrado em Ciência da Computação na Uern, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa). 

Foi coordenador do curso de ciência da computação, chefe Chefe do Departamento de Informática, Diretor de Pós-Graduação e em 2009 foi nomeado Pró-reitor de Pesquisa e Graduação da Uern. À frente da Propeg, contribuiu para o processo de expansão de pesquisas e cursos de pós-graduação da Universidade. Através de incentivos, projetos de iniciação científica, grupos de pesquisa, a produção acadêmica em termos de pesquisa praticamente dobrou na Universidade. 

Em 2013, Pedro Fernandes Ribeiro Neto foi eleito reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, sendo o reitor mais jovem a comandar a instituição. Como gestor, Pedro Fernandes possibilitou significativos avanços nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. 

Pedro Fernandes é membro suplente do Fórum Nacional de Educação como representante da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem) e presidente da Câmara de Extensão da Abruem. Em 22 de março de 2017, Pedro Fernandes foi reeleito reitor da UERN, ao lado da vice-reitora professora Fátima Raquel, para o período 2017/2021.  

Fátima Raquel, Vice-Reitora da UERN


Fátima Raquel Rosado Morais é natural de Mossoró, nasceu em 9 de janeiro de 1973, filha de Eilson Lopes de Morais e Maria Marilena Rosado Morais. É graduada em Enfermagem pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, em 1994, mestre em Enfermagem em Saúde Pública pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e doutora em Psicologia Social pela UFRN/UFPB. 

É professora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) desde 1998, atuando na Faculdade de Enfermagem e no Mestrado Acadêmico em Saúde e Sociedade. Tem experiência na área da saúde e enfermagem com pesquisas e práticas na saúde da mulher, da criança e na avaliação de políticas públicas de saúde.

Ao longo de 19 anos, assumiu diferentes responsabilidades dentro da Instituição: sub-chefe do Departamento de Enfermagem, conselheira do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consep) e da Câmara de Ensino, diretora de pesquisa da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (Propeg), chefe de gabinete da Reitoria da Uern e, atualmente, é Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças da Uern.

Enquanto Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças da Uern, Fátima Raquel está à frente do trabalho para a autonomia financeira da Uern, inclusive conseguiu inserir o tema em duas Leis estaduais: o Plano Plurianual, de 2016 a 2019, e Plano Estadual de Educação, de 2015 a 2025. Também em sua gestão à frente da Pró-reitoria, foi desencadeado um estudo para atualização de um documento sobre autonomia financeira da Universidade. A Professora Fátima Raquel foi eleita vice-Reitora da UERN na chapa  do professor Pedro Fernandes Ribeiro Neto, no dia 22 de março de 2017 para o mandato 2017/2021. 

sexta-feira, 25 de março de 2016

Lindomarcos Faustino - escritor



LINDOMARCOS FAUSTINO VIEIRA é filho de Lindon Johnson Vieira e Maria Vilanir Faustino Vieira, nasceu neste município e cidade de Mossoró – Estado do Rio Grande do Norte, no dia 22 de novembro de 1987, na Maternidade Almeida Castro. 

Os primeiros estudos de Lindomarcos aconteceram na Escola Estadual Professora Margarida Maria de Souza, quando ali cursou o 1º Grau, atual Ensino Fundamental. Foi justamente ali que ele começou a mostrar seus dons e talentos como poeta, mais precisamente no dia 19 de novembro de 2001. Nesta data ele fizera a poesia intitulada “Liberdade”, publicada em seu primeiro livro: “Meu Primeiro Passo”, Coleção Mossoroense, 2003.

O Segundo Grau, atual Ensino Médio, ele cursou na Escola Estadual Professor Hermógenes Nogueira da Costa, onde participou de um concurso de poesia obtendo o 2º lugar com o poema “O Homem.” Daí por diante o jovem poeta não parou de escrever e publicar seus trabalhos poéticos em o jornal “O Mossoroense” e livros.

Sobre seus livros, vários colegas escritores fazem suas apreciações críticas:

“No seu primeiro livro, que propositalmente intitulou de “Meu Primeiro Passo”, já mostrou a sua linha de poesia que seria o amor. Lançou seu trabalho pela Coleção Mossoroense em março de 2003. Pouco tempo aparecia com um novo livro que intitulou de “Eu e a Solidão”, com letras impregnadas de emoção. Aparece-me agora com o seu terceiro trabalho “Súplicas de amor e lágrimas” é o titulo do livro. Nele, Lindomarcos abre seu coração e expõe sua alma. Alma de um jovem apaixonado que passou para o papel seus sentimentos, seus sonhos e suas emoções. (Geraldo Maia do Nascimento).

“Destes meninos que começaram recentemente a se lançar no mundo literário mossoroense, Lindomarcos Faustino tem sido o mais atrevido (...) Seus versos estão em fase de amadurecimento, de descoberta, de aprimoramento, porém, percebe-se, conhecendo o poeta, que ele vai chegar lá, sua curiosidade diz isto.” (Caio César Muniz).

“Lindomarcos Faustino é um jovem poeta, tocado e inspirado por assunto do cotidiano. Apresenta com leveza e rima as situações mais comuns como o trabalho, estudo, dinheiro, além dos sentimentos mais humanos de bondade, otimismo, dor, saudade, tristeza, alegria e afeto. Vida, fé, amizade, dor e além de tudo o amor são os principais temas tratados neste livro.” (Laura Paiva). 

“Poetas já decantaram a vida das mais variadas formas. Lindomarcos nos mostra a vida no cotidiano, nos aspectos mais simples e do interesse comum” (Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti).

“Avante, jovem, tenha certeza que em toda caminhada terrena sempre encontramos ombros amigos para nos amparar. Finalizo esta página de entusiasmo, com palavras do próprio jovem escritor. “Para você ser uma pessoa muito feliz neste viver / Enfrente todos os obstáculos sem medo de fracassar, Jamais chore por uma derrota, pois faz parte da vida perder. E lembre-se que você pode todos seus problemas solucionar. ”(Padre Sátiro Cavalcante Dantas).

“... Lindomarcos Faustino Vieira faz trabalho que tem o objetivo de trazer à tona tudo aquilo que diz respeito ao “coração”, tudo o que é bom e louvável através da poesia romântica, além de nos fazer viajar e voltar ao tempo da nossa adolescência, do ontem, do hoje e do sempre à procura do amor ágape.” (Edna Paiva de Souza)

“O jovem poeta mossoroense usa palavras apaixonadas. Mensagens de alegria intercaladas de tristeza, de decepção e esperança. Procurar penetrar na essência das coisas, sobretudo dos sentimentos mais sublimes. (...) O menino que elaborou seu primeiro verso aos 13 anos de idade está mais maduro e já faz parte dos poetas que orgulham a terra potiguar.” (Dr. Laíre Rosado Filho) 

“Lindomarcos, rapaz humilde, simples, é um abnegado, faz seu trabalho sem estardalhaço, publica seus livros por conta própria, depois incansavelmente vende-os um por um, até ter a edição esgotada, uma façanha que poucos escritores da província conseguem realizá-la.” (Rubens Coelho)

“Lindomarcos se propõe a uma literatura militante. Não aquela para salvar o mundo, na qual acreditamos todos, com maior ou menor paixão, mas aquela para salvar o indivíduo, o homem caído ao fim de cada dia, e para reanimá-lo ao enfrentamento do dia seguinte com suas novas quedas.” (Aécio Cândido)

“Lindomarcos caminha levando em seus ombros o peso da sua grande experiência na literatura já que esse é o seu oitavo livro de poesia. Seus versos são feitos de pensamentos ligeiros sua poesia é boa e bonita como o canto das águas de uma nuvem que se faz chover em bela tarde de verão sertanejo.” (Zé Lima)

“Um menino quase um homem, Um homem quase menino, Um trovador de vontade, Um menestrel genuíno, Menino, homem e poeta, Pedalando um só destino.” (Antônio Francisco)

“Lendo seus poemas somos transportados para um mundo onde o homem isolado dos seus sonhos morre. E no autor encontramos vida, que cresce a amadurece na ânsia de encontrar a felicidade.” (Margreth Freire Albuquerque)

“Lindomarcos Faustino faz parte de uma geração que não se intimida diante dos obstáculos (para alguns intransponíveis) e se lança de corpo e alma ao labor instigante de pesquisar, digitar, ir atrás de patrocínio e vender suas obras.” (Padre Guimarães Neto)

“Afinal vejo no mesmo um talento nosso que saiu de uma família humilde; porém, honrada e a se tornar alguém capaz de nos transmitir maravilhas através da sua escrita.” (Gilson Gardoso).

“O primeiro mérito da poesia de Lindomarcos é a coragem de “dar a cara” e vir a lume; tantos produzem tanta poesia, porém, que irá permanecer inédita para sempre, sem ingressar no mundo literário.” (Paulo Afonso Linhares) 

“Escritor, poeta e historiador, Lindomarcos trilha pelo caminho das letras com vontade de se tornar cada vez maior, dentro do ofício que escolheu. Para tanto, com esforço está pavimentando esse caminho lançando luz à sua vocação.” (Gilberto de Souza) 

“Lindomarcos, mais uma vez, se tornara um bom Samaritano, ao traçar novas linhas de pesquisas, fazendo ressurgir fatos marcantes da nossa história. Iluminando-nos e reacendendo a esperança de que jamais essa história perecerá com o tempo.” (Wilson Bezerra de Moura)

Ainda outros poetas e escritores, amigos de Lindomarcos, fizeram suas apreciações sobre suas obras e o autor. 

Em novembro do ano de 2004, Lindomarcos participou de um concurso literário, cujo tema foi “Concurso Literário Maria Silva de Vasconcelos Câmara”, sendo classificado em segundo lugar, promovido pela Prefeitura Municipal de Mossoró e Secretaria da Educação do Município, atual Gerência Executiva da Educação e do Desporto. 

Este jovem poeta trata-se de uma pessoa muito habilidosa naquilo que se propõe a fazer. Por outro lado é um incansável pesquisador da cultura, da história e dos costumes do povo mossoroense. Lindomarcos é membro da Associação dos Poetas e Prosadores de Mossoró (APOEMA), neste município e cidade de Mossoró, desde 2001. No dia 25 de novembro de 2013 foi agraciado pela Câmara Municipal de Mossoró com a “Medalha do Mérito Cultural Vintg-un Rosado”, pelo Decreto Legislativo 65/2013, o ato solene ocorreu no Teatro Municipal Dix-huit Rosado; ainda recebeu a Medalha de Reconhecimento pela Câmara Municipal de Mossoró, em 2014.

No dia 28 de agosto de 2015, Lindomarcos Faustino estreou a coluna “Relembrando Mossoró”, no jornal Gazeta do Oeste, onde toda sexta-feira ele nos trazem um personagem que fez história no passado mossoroense. Onde iniciou com a biografia de Monsenhor Huberto Bruening, na página ClassificAÇÃO. 

Como poeta e escritor, ele nos conta que ainda há muita coisa para se fazer tanto no sentido cultural quanto histórico. De uma forma ou de outra, Lindomarcos vem contribuindo para com a cultura e a história do povo local.

Seus livros publicados foram:

Meu Primeiro Passo – 2003
Eu e a Solidão – 2005
Súplicas de Amor e Lágrimas – 2006 
Coisas de Amor – 2008
Páginas da Vida – 2009 
Pedaços de Mim – 2010
Dois Corações e Uma História – 2010
Catedral de Santa Luzia (Um Pouco de Sua História) – (2010 - 1° edição / 2011 - 2° edição / 2012 - 3° edição)
Paróquias e Capelas de Mossoró – (2011 - 1° e 2° edição)
Conexão com o Amor – 2012
Memorial dos Sacerdotes de Mossoró – 2012
Mossoró – Fatos Cronológicos – 2013
A Saga da Radiofonia Mossoroense – 2014
Governantes de Mossoró – 2014
Diocese de Mossoró – 80 anos de Evangelização (1935 – 2014) – 2014.
Figuras Mossoroenses – 2015
Santa Luzia – Memorando seus Festejos – 2015
Relembrando Mossoró – 2016.
Uma Viagem Pelas Ruas de Mossoró – 2017
Trilhando nos Caminhos do Passado de Mossoró – 2017

sábado, 3 de outubro de 2015

Dix-Huit Rosado - ex-prefeito


Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia, nasceu em 21 de maio de 1912, na cidade de Mossoró, Estado do Rio Grande do Norte. Filho de Jerônimo Rosado Maia e Isaura Rosado Maia, formou-se, no ano de 1935, em Medicina pela Universidade Federal da Bahia e em 1937 contraiu matrimônio com Naide Medeiros Rosado com quem teve seis filhos: Liana Maria, Mário Rosado, Margarida Maria, Maria Cristina, Naide Maria e Carlos Antonio Rosado.

A partir dos anos 40, Dix-Huit Rosado dedicou-se à vida pública nas três esferas, federal, estadual e municipal. Sempre com a atenção voltada para sua terra natal, todas as vezes que exerceu algum cargo público procurou de certa forma beneficiar Mossoró. Um exemplo claro desse comportamento foi quando esteve à frente do Instituto Nacional do Desenvolvimento e Reforma Agrária – INDA, que conseguiu construir, equipar e federalizar a Escola Superior de Agricultura de Mossoró – ESAM, atual Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA. Foram tantas atitudes como esta, que nos leva a admitir que o êxito eleitoral de Dix-Huit em Mossoró, acredita-se ter acontecido como forma do povo mossoroense demonstrar seu reconhecimento pela sua obsessiva luta em beneficio da cidade onde nasceu. Em Mossoró foi prefeito durante três mandatos: o primeiro de 1973 a 1976; o segundo de 1983 a 1988; e o terceiro de 1993 a 1996. Marcadamente, a sua preocupação com a cultura de Mossoró data de 1984 quando idealizou a criação da Zona Especial do Corredor Cultural de Mossoró, realizando no dia 28 de setembro um seminário para discutir o assunto; e em 1993 com a criação da Fundação Municipal de Cultura, através da Lei 756/93, do dia 24 de agosto, e a realização do V Fórum Cultural de Mossoró de 12 a 28 de agosto.

O Velho Alcáide, como gostava de ser chamado, era portador do título de Professor Honoris Causa da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e de Sócio Benfeitor e Honorário de todas as Sociedades e Associações Estaduais de Engenheiros Agrônomos e Veterinários do Brasil.
Em reconhecimento aos seus méritos de cidadão e homem público de vida ilibada, foi ainda agraciado com o titulo de Cidadão Cearense, Paraibano, Fortalezense, Natalense, e além de cerca de 50 outros municípios que lhe outorgaram o mesmo título, como Assú/ RN, Carnaubais/RN, Governador Dix-Sept Rosado/RN, Ibirubá/RS, Ipanguaçu/RN, Uberaba/MG, Uberlândia/MG, Surubim/PE, Quixadá/CE, Castanhal/PA e outros, todos localizados nos mais diferentes pontos do País.

Dix-Huit costumava dizer: “Quem não faz um pouco mais por sua terra, não fará nada pela terra de ninguém”. Frases como esta o imortalizaram. Serra Grande (era assim que muitos mossoroenses e sua filha caçula – Naide Maria, o chamavam), veio a falecer na função de Prefeito de Mossoró (seu terceiro mandato) em 22 de outubro de 1994 aos 86 anos de idade.

Dix-Huit Rosado é hoje e será considerado sempre, na historiografia mossoroensse, um verdadeiro patrimônio da cidade de Mossoró. É patrono de um Teatro Municipal na cidade de Mossoró, o "Teatro Municipal Dix Huit Rosado"

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Wilton Alves


WILTON ALVES MAIA, natural de Mossoró/RN, filho de Manoel Wilson Maia e Raimunda Francisca da Conceição Neta, nasceu às 09 da manhã na Maternidade Santa Luzia, no dia 10 de abril de 1996.

Começou a estudar aos três anos de idade no Colégio Tereza Neo,  e hoje estuda o terceiro ano do ensino médio na Escola Estadual Prof. José Nogueira, ambos na cidade de Mossoró. 

Mora atualmente no Bairro Santo Antônio, o maior bairro de Mossoró, localizado na Zona Norte da cidade. Wilton gosta muito de sua cidade e de notícias com cunho policial, por isso tem uma página no facebook de nome “MOSSORÓ NOTÍCIAS”, onde posta diariamente notícias, informações sobre Mossoró e região. 

Número de contato: (084) 9125-7192

Para acessar a sua página, clique aqui